
A celebração da Festa da Páscoa entre os filhos de Israel é o ponto alto de seu calendário litúrgico e também o mais significativo evento de demonstração da fé nacional e pessoal. É uma cerimônia familiar revestida de uma mistura de lembranças, esperanças, celebração, nostalgias, sensações, ditos, profecias, liturgias sagradas e simbolismos ocultos e revelados. É normalmente celebrada entre canções, orações, comida, poesia, companhia, fraternidade, aconchego, leituras e recitações de textos e frases sagradas.
Alguns elementos contidos na Páscoa dos filhos de Israel não foram introduzidos nas celebrações cristãs, mas mesmo assim podem trazer lições que fortalecem nossa fé, culto e esperança ainda hoje.
O texto de Ex 12 que narra como o próprio Senhor instituiu a Páscoa naquele momento de saída – passagem – do Egito nos apresenta pelo menos dois destes elementos: quanto ao conteúdo e quanto à forma.
Quanto ao conteúdo: a festa deveria ser comida acompanhada de ervas amargas (Ex 12:8). Em meio à comida e bebida – símbolos de alegria – as ervas ali presente deveriam manter viva a lembrança dos anos amargos vividos no Egito e que se findaram no êxodo.
Hoje, como um fel em nossa boca, devemos ainda lembrar o tempo em que fomos escravos pelo pecado e como isso nos foi amargo para que a alegria da libertação oferecida por Cristo Jesus possa sempre ser evidenciada em nossas celebrações e para que nunca mais sequer uma nuvem de saudade pese sobre nossa nova vida cristã.
Já quanto à forma da celebração, a instrução era para que comesse prontos para sair (Ex 12:11): o cajado na mão, o cinto no lombo e comendo com pressa. Esta forma de comer deveria sempre lembrar aos filhos de Israel que já havia chegado o momento de Deus interferir e agir na história deles e que o povo deveria está preparado para ir com o Senhor para a terra prometida.
O sentido de pressa também tem que estar presente no modo de viver e celebrar nossa vida e fé. Agora é o tempo de Deus intervir e agir em nossa história e devemos estar em prontidão e em condição de participar desta ação miraculosa do Senhor. Ele tem demonstrado que está intervindo em favor do seu povo e devemos celebrá-lo prontos para a jornada.
Que o Senhor nos faça celebrar como os antigos filhos de Israel.
Alguns elementos contidos na Páscoa dos filhos de Israel não foram introduzidos nas celebrações cristãs, mas mesmo assim podem trazer lições que fortalecem nossa fé, culto e esperança ainda hoje.
O texto de Ex 12 que narra como o próprio Senhor instituiu a Páscoa naquele momento de saída – passagem – do Egito nos apresenta pelo menos dois destes elementos: quanto ao conteúdo e quanto à forma.
Quanto ao conteúdo: a festa deveria ser comida acompanhada de ervas amargas (Ex 12:8). Em meio à comida e bebida – símbolos de alegria – as ervas ali presente deveriam manter viva a lembrança dos anos amargos vividos no Egito e que se findaram no êxodo.
Hoje, como um fel em nossa boca, devemos ainda lembrar o tempo em que fomos escravos pelo pecado e como isso nos foi amargo para que a alegria da libertação oferecida por Cristo Jesus possa sempre ser evidenciada em nossas celebrações e para que nunca mais sequer uma nuvem de saudade pese sobre nossa nova vida cristã.
Já quanto à forma da celebração, a instrução era para que comesse prontos para sair (Ex 12:11): o cajado na mão, o cinto no lombo e comendo com pressa. Esta forma de comer deveria sempre lembrar aos filhos de Israel que já havia chegado o momento de Deus interferir e agir na história deles e que o povo deveria está preparado para ir com o Senhor para a terra prometida.
O sentido de pressa também tem que estar presente no modo de viver e celebrar nossa vida e fé. Agora é o tempo de Deus intervir e agir em nossa história e devemos estar em prontidão e em condição de participar desta ação miraculosa do Senhor. Ele tem demonstrado que está intervindo em favor do seu povo e devemos celebrá-lo prontos para a jornada.
Que o Senhor nos faça celebrar como os antigos filhos de Israel.
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